graça | nome feminino | n. f. pl. | interj.

latim gratia-ae,

separação silábica: Gra-ça

Dito ou comentário que provoca ou pretende provocar o riso. Acto ou dito que alegra e faz rirFavor. Perdão. Benevolência. Dom de pessoa graciosa. Nome.

TEM GRAÇA

O humor, tal como o entendemos no TEM GRAÇA, promove uma relação horizontal com o público. Aquilo que normalmente faz rir na comicidade em geral é a exposição das relações de poder, como ridicularizar alguém com uma posição hierárquica superior, um político ou um juiz ou alguém considerado inferior como seja um bêbado ou um louco. Rimos a partir de um olhar vertical. 

A programação do Tem Graça privilegia espetáculos de artistas que se preocupam em apresentar um humor horizontal, um humor que ri de si mesmo; criam a partir de narrativas próprias. Quando a palhaça fala a partir de um lugar de vulnerabilidade, quando se expõe a ela mesma e ao seu mundo, o riso que provoca é de outra ordem. Aí, o público ri da palhaça mas está na verdade a rir de si mesmo, pois a humanidade revelada cria uma relação de empatia profunda com o público. 

É a revelação da tragédia humana, a partir de uma poética risível – utilização cómica do corpo, soluções absurdas, tornar o público confidente da jornada, entre outros recursos – que nos parece ter um poder altamente subversivo. 

O poder do clown está na revelação das imperfeições e dos valores que sustentamos, sobretudo os que já não nos servem.

Quando a mulher procura a linguagem clownesca para contar a sua história, ela está, desde logo, a romper com os padrões vigentes de feminilidade, de beleza e de papéis e, ao mesmo tempo, revela o seu mundo imperfeito, ridículo, contraditório, no fundo, humano. 

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O humor, tal como o entendemos no TEM GRAÇA, promove uma relação horizontal com o público. Aquilo que normalmente faz rir na comicidade em geral é a exposição das relações de poder, como ridicularizar alguém com uma posição hierárquica superior, um político ou um juiz ou alguém considerado inferior como seja um bêbado ou um louco. Rimos a partir de um olhar vertical. 

A programação do Tem Graça privilegia espetáculos de artistas que se preocupam em apresentar um humor horizontal, um humor que ri de si mesmo; criam a partir de narrativas próprias. Quando a palhaça fala a partir de um lugar de vulnerabilidade, quando se expõe a ela mesma e ao seu mundo, o riso que provoca é de outra ordem. Aí, o público ri da palhaça mas está na verdade a rir de si mesmo, pois a humanidade revelada cria uma relação de empatia profunda com o público. 

É a revelação da tragédia humana, a partir de uma poética risível – utilização cómica do corpo, soluções absurdas, tornar o público confidente da jornada, entre outros recursos – que nos parece ter um poder altamente subversivo. 

O poder do clown está na revelação das imperfeições e dos valores que sustentamos, sobretudo os que já não nos servem.

Quando a mulher procura a linguagem clownesca para contar a sua história, ela está, desde logo, a romper com os padrões vigentes de feminilidade, de beleza e de papéis e, ao mesmo tempo, revela o seu mundo imperfeito, ridículo, contraditório, no fundo, humano. 

TEM GRAÇA EM SETÚBAL

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